Ariel foi rejeitado pela mãe e depois acolhido por uma família no Paraná. De lá, veio para São Paulo após a atual dona do animal, Raquel Borges, conseguir uma autorização especial do Ibama. Ele tinha três anos e sofria de uma doença degenerativa autoimune não identificada que impossibilitava o animal de movimentar as patas.
Muito abalada, Raquel ainda não decidiu onde vai sepultar o leão. A ideia inicial é enterrar Ariel num terreno do instituto administrado por ela, em Maringá, no Paraná. O corpo do felino passará por necropsia na Universidade de São Paulo (USP).
Ariel morreu na frente da sua dona, às 13h30 desta quarta-feira.
- Ele passou a noite bem. Eu dormi ao lado dele. A veterinária ficou com ele enquanto eu fui tomar banho. Quando voltei, Ariel estava morrendo. É muito triste. Ele veio ao mundo para uma missão: a ensinar o ser humano a respeitar e amar a vida. Ele fez muita diferença na minha vida e da minha família também - disse Raquel.
Nesta terça-feira, um exame mostrou que havia líquido ao redor dos pulmões do leão. Mas, segundo a dona, a medicação aplicada tinha eliminado o problema.
Ariel passou por um tratamento ainda experimental em animais, chamado plasmaférese. A terapia permite separar elementos do sangue, como o plasma, que contém os anticorpos produzidos pelas doenças autoimunes, começou a ser aplicada por veterinários há uma semana.
Ele passou por três sessões, feitas com sangue doado de leões do Parque Ecológico da Americana e do Zoológico de Piracicaba, do interior de São Paulo.
fonte:globo.com
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